Publicado às 01h, 08/05/2026, do fuso horário de Brasília-Brasil.
(SEMANA DE 08/05 a 15/05/2026)
Evangelho no lar - 19
Querendo uma música melodiosa instrumental para realizar o Evangelho, clique no vídeo abaixo! Ou toque uma música sua de seu arquivo pessoal, de sua preferência!
| GCI. ORG. Alexandre Bida. Jesus descendo o monte das oliveiras. |
Preparação!
- Antes de iniciar o Evangelho ora aqui presente verifique se já pegou um copo com um cálice de água, e também uma garrafa de água (para beber durante a semana) para serem fluidificadas.
- Se tiver mais alguém junto com você agora, e quiser que o (a) acompanhem nesse Evangelho convide-os acomode-os perto de você!
- Procure se sintonizar com Jesus e com os Benfeitores Espirituais nesse momento.
- Recolha-se em prece, faça-a e voz alta (em tom normal), a menos que você esteja se sentindo fraco (a) para emanar a sua oração verbalmente, se assim for, faça-a mentalmente, ou se estiver acompanhado (a) peça a esta pessoa que faça a oração.
(pelos familiares e parentes, por você; por pessoas que você conheça que precisem de auxílio; pelos seus vizinhos e comunidade onde vive; pelos necessitados de toda ordem do plano físico e do plano espiritual; pelo mundo; agradecer a Jesus e à Deus por todos os benefícios recebidos por você e por sua família)
- Faça o comentário reflexivo sobre o trecho lido do Evangelho e do texto complementar (texto complementar opcional), se tiver mais presentes nesse momento peça que completem a reflexão.
- Prece de encerramento.
- Beber a água fluidificada.
Capítulo XIX - Muitos os chamados, poucos os escolhidos
(Abertura aleatória do Evangelho, e também do texto complementar)
NEM TODOS OS QUE DIZEM: SENHOR! SENHOR! ENTRARÃO NO REINO DOS CÉUS
6. Nem todos os que me dizem: “Senhor! Senhor!” — entrarão no Reino dos Céus; apenas entrará aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, nesse dia, me dirão: “Senhor! Senhor! não profetizamos em teu nome? Não expulsamos em teu nome o demônio? Não fizemos muitos milagres em teu nome?” — Eu então lhes direi em altas vozes: “Afastai-vos de mim, vós que fazeis obras de iniquidade.” (Mateus, 7:21 a 23.)7. Aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica, será comparado a um homem prudente que construiu sobre a rocha a sua casa. Quando caiu a chuva, os rios transbordaram, sopraram os ventos sobre a casa; ela não ruiu, por estar edificada na rocha. Mas aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica, se assemelha a um homem insensato que construiu sua casa na areia. Quando a chuva caiu, os rios transbordaram, os ventos sopraram e a vieram açoitar, ela foi derribada; grande foi a sua ruína. (Mateus, 7:24 a 27; Lucas, 6:46 a 49.)
8. Aquele que violar um destes menores mandamentos e que ensinar os homens a violá-los, será considerado como último no Reino dos Céus; mas será grande no Reino dos Céus aquele que os cumprir e ensinar. (Mateus, 5:19.)
9. Todos os que reconhecem a missão de Jesus dizem: “Senhor! Senhor!” — De que serve, porém, lhe chamarem Mestre ou Senhor, se não lhe seguem os preceitos? Serão cristãos os que o honram com exteriores atos de devoção e, ao mesmo tempo, sacrificam ao orgulho, ao egoísmo, à cupidez e a todas as suas paixões? Serão seus discípulos os que passam os dias em oração e não se mostram nem melhores, nem mais caridosos, nem mais indulgentes para com seus semelhantes? Não, porquanto, do mesmo modo que os fariseus, eles têm a prece nos lábios, e não no coração. Pela forma poderão impor-se aos homens; não, porém, a Deus. Em vão dirão eles a Jesus: “Senhor! não profetizamos, isto é, não ensinamos em teu nome; não expulsamos em teu nome os demônios; não comemos e bebemos contigo?” Ele lhes responderá: “Não sei quem sois; afastai-vos de mim, vós que cometeis iniquidades, vós que desmentis com os atos o que dizeis com os lábios, que caluniais o vosso próximo, que espoliais as viúvas e cometeis adultério. Afastai-vos de mim, vós, cujo coração destila ódio e fel, que derramais o sangue dos vossos irmãos em meu nome, que fazeis corram lágrimas, em vez de secá-las. Para vós, haverá prantos e ranger de dentes, porquanto o Reino de Deus é para os que são brandos, humildes e caridosos. Não espereis dobrar a Justiça do Senhor pela multiplicidade das vossas palavras e das vossas genuflexões. O caminho único que vos está aberto, para achardes graça perante Ele, é o da prática sincera da lei de amor e de caridade.”
São eternas as palavras de Jesus, porque são a verdade. Constituem não só a salvaguarda da vida celeste, mas também o penhor da paz, da tranquilidade e da estabilidade nas coisas da vida terrestre. Eis por que todas as instituições humanas, políticas, sociais e religiosas, que se apoiarem nessas palavras, serão estáveis como a casa construída sobre a rocha. Os homens as conservarão, porque se sentirão felizes nelas. As que, porém, forem uma violação daquelas palavras, serão como a casa edificada na areia: o vento das renovações e o rio do progresso as arrastarão.
Diante da Multidão
Emmanuel
“E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte...”
(Mateus, 5:1)
O procedimento dos homens cultos para com o povo
experimentará elevação crescente
à medida que o Evangelho se estenda nos corações.
Infelizmente, até agora,
raramente a multidão tem encontrado, por parte das grandes personalidades humanas, o tratamento a que faz jus.
Muitos sobem ao monte da autoridade e da fortuna,
da inteligência e do poder, mas simplesmente para humilhá-la
ou esquecê-la depois.
Sacerdotes inúmeros enriquecem-se de saber
e buscam subjugá-la a seu talante.
Políticos astuciosos exploram-lhe
as paixões em proveito próprio.
Tiranos disfarçados em condutores envenenam-lhe a alma
e arrojam-na ao despenhadeiro da destruição,
à maneira dos algozes de rebanho que apartam as reses
para o matadouro.
Juízes menos preparados
para a dignidade das funções que exercem,
confundem-lhe o raciocínio.
Administradores menos escrupulosos arregimentam-lhe
as expressões numéricas
para a criação de efeitos contrários ao progresso.
Em todos os tempos,
vemos o trabalho dos legítimos missionários do bem
prejudicado pela ignorância que estabelece perturbações
e espantalhos para a massa popular.
Entretanto, para a comunidade dos aprendizes do Evangelho,
em qualquer clima da fé,
o padrão de Jesus brilha soberano.
Vendo a multidão,
o Mestre sobe a um monte e começa a ensinar...
É imprescindível empenhar as nossas energias,
a serviço da educação.
Ajudemos o povo a pensar,
a crescer e a aprimorar-se.
Auxiliar a todos para que todos se beneficiem e se elevem,
tanto quanto nós desejamos melhoria
e prosperidade para nós mesmos,
constitui para nós a felicidade real e indiscutível.
Ao leste e ao oeste,
ao norte e ao sul da nossa individualidade,
movimentam-se milhares de criaturas,
em posição inferior à nossa.
Estendamos os braços,
alonguemos o coração e irradiemos entendimento,
fraternidade e Simpatia,
ajudando-as sem condições.
Quando o cristão pronuncia as sagradas palavras "Pai Nosso",
está reconhecendo não somente a Paternidade de Deus,
mas aceitando também por sua família a Humanidade inteira.






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