Publicado às 01h, 30/01/2026, do fuso horário de Brasília-Brasil.
(SEMANA DE 30/01 a 06/02/2026)
Evangelho no lar - 05
Querendo uma música melodiosa instrumental para realizar o Evangelho, clique no vídeo abaixo! Ou toque uma música sua de seu arquivo pessoal, de sua preferência!
"O Espírito Santo cura tudo em você . . ."
Preparação!
- Antes de iniciar o Evangelho ora aqui presente verifique se já pegou um copo com um cálice de água, e também uma garrafa de água (para beber durante a semana) para serem fluidificadas.
- Se tiver mais alguém junto com você agora, e quiser que o (a) acompanhem nesse Evangelho convide-os acomode-os perto de você!
- Procure se sintonizar com Jesus e com os Benfeitores Espirituais nesse momento.
- Recolha-se em prece, faça-a e voz alta (em tom normal), a menos que você esteja se sentindo fraco (a) para emanar a sua oração verbalmente, se assim for, faça-a mentalmente, ou se estiver acompanhado (a) peça a esta pessoa que faça a oração.
(pelos familiares e parentes, por você; por pessoas que você conheça que precisem de auxílio; pelos seus vizinhos e comunidade onde vive; pelos necessitados de toda ordem do plano físico e do plano espiritual; pelo mundo; agradecer a Jesus e à Deus por todos os benefícios recebidos por você e por sua família)
- Faça o comentário reflexivo sobre o trecho lido do Evangelho e do texto complementar (texto complementar opcional), se tiver mais presentes nesse momento peça que completem a reflexão.
- Prece de encerramento.
- Beber a água fluidificada.
Capítulo XIII - Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita
(Abertura aleatória do Evangelho, e também do texto complementar)
Instruções dos Espíritos
A PIEDADE
17. A piedade é a virtude que mais vos aproxima dos anjos; é a irmã da caridade, que vos conduz a Deus. Ah! deixai que o vosso coração se enterneça ante o espetáculo das misérias e dos sofrimentos dos vossos semelhantes. Vossas lágrimas são um bálsamo que lhes derramais nas feridas e, quando, por bondosa simpatia, chegais a lhes proporcionar a esperança e a resignação, que encanto não experimentais! Tem um certo amargor, é certo, esse encanto, porque nasce ao lado da desgraça; mas não tendo o
sabor acre dos gozos mundanos, também não traz as pungentes decepções do vazio que estes últimos deixam após si. Envolve-o penetrante suavidade que enche de júbilo a alma. A piedade, a piedade bem sentida é amor; amor é devotamento; devotamento é o olvido de si mesmo e esse olvido, essa abnegação em favor dos desgraçados, é a virtude por excelência, a que em toda a sua vida praticou o divino Messias e ensinou na sua doutrina tão santa e tão sublime.
Quando esta doutrina for restabelecida na sua pureza primitiva, quando todos os povos se lhe submeterem, ela tornará feliz a Terra, fazendo que reinem aí a concórdia, a paz e o amor.
(...) – Miguel. (Bordeaux, 1862.)
“Mas,
se pelo espírito mortificardes as obras da carne,
vivereis.”
Paulo (Romanos, 8:13)
Quem vive segundo as leis sublimes do espírito
respira em esfera diferente do próprio campo material
em que ainda pousa os pés.
Avançada compreensão assinala-lhe a posição íntima.
Vale-se do dia qual aprendiz aplicado
que estima na permanência sobre a Terra
valioso tempo de aprendizado que não deve menosprezar.
Encontra, no trabalho,
a dádiva abençoada de elevação e aprimoramento.
Na ignorância alheia
descobre preciosas possibilidades de serviço.
Nas dificuldades e aflições da estrada
recolhe recursos
à própria iluminação e engrandecimento.
Vê passar obstáculos como vê correr nuvens.
Ama a responsabilidade,
mas não se prende à posse.
Dirige com devotamento, contudo, foge ao domínio.
Ampara sem inclinações doentias.
Serve sem escravizar-se.
Permanece atento para com as obrigações da sementeira,
todavia, não se inquieta pela colheita, porque sabe que
o campo e a planta, o sol e a chuva, a água e o vento
pertencem ao Eterno Doador.
Usufrutuário dos bens divinos,
onde quer que se encontre,
carrega consigo mesmo,
na consciência e no coração,
os próprios tesouros.
Bem-aventurado o homem
que segue vida a fora em espírito!
Para ele, a morte aflitiva
não é mais que alvorada de novo dia,
sublime transformação e alegre despertar!


